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	<title>Arquivo de Notas e posicionamentos - COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</title>
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	<description>Coalizão em Defesa do Jornalismo, a CDJor, é uma articulação de 11 organizações da sociedade civil que trabalham para protege as liberdades de imprensa e expressão no Brasil.</description>
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	<title>Arquivo de Notas e posicionamentos - COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</title>
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		<title>CDJor manifesta solidariedade a repórter d’O Joio e o Trigo, atacado por representantes do setor de tabaco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Coalizão Defesa do Jornalismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 14:55:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) se solidariza com Pedro Nakamura, jornalista d’O Joio e o Trigo, agredido durante a cobertura da Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, em Genebra, Suíça. O repórter foi hostilizado na segunda-feira, 17/11, ao relatar a presença no evento de organizações ligadas à produção de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) se solidariza com Pedro Nakamura, jornalista d’O Joio e o Trigo, agredido durante a cobertura da Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, em Genebra, Suíça. O repórter foi hostilizado na segunda-feira, 17/11, ao relatar a presença no evento de organizações ligadas à produção de tabaco e seus representantes parlamentares. Mesmo sem credenciamento, o grupo tentou entrar na conferência, que não permite a presença de pessoas ligadas ao setor.</p>
<p>Os ataques vieram depois de Nakamura questionar os parlamentares da bancada e representantes do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) sobre a presença não autorizada. Além de ofensas verbais, uma assessora de imprensa do SindiTabaco chegou a tentar desligar o gravador do jornalista.</p>
<p>A CDJor repudia os ataques ao jornalista e reafirma a importância da liberdade de imprensa na cobertura de um tema tão relevante para a sociedade. Não é a primeira vez que Nakamura é alvo de representantes do setor – isso também aconteceu em setembro deste ano, durante a feira Expointer, no Rio Grande do Sul, quando um parlamentar utilizou seu tempo de fala em um seminário promovido pela Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) para intimidar Pedro Nakamura e atacar o trabalho d’O Joio e o Trigo na cobertura do tema.</p>
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		<title>CDJor repudia ataques à imprensa em evento do governo do estado de Alagoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Coalizão Defesa do Jornalismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 17:13:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) repudia veementemente as declarações do coronel da reserva do Exército Márcio Saldanha Walker, proferidas durante evento oficial da Secretaria de Segurança Pública de Alagoas, que associaram veículos de imprensa locais – Mídia Caeté, Extra Alagoas e G1 Alagoas – ao crime organizado. As afirmações aconteceram num contexto de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) repudia veementemente as declarações do coronel da reserva do Exército Márcio Saldanha Walker, proferidas durante evento oficial da Secretaria de Segurança Pública de Alagoas, que associaram veículos de imprensa locais – Mídia Caeté, Extra Alagoas e G1 Alagoas – ao crime organizado.</p>
<p>As afirmações aconteceram num contexto de formação de profissionais de segurança do referido estado, o que intensifica a gravidade das declarações, que sugerem que o trabalho jornalístico sério e independente seria conivente com uma suposta “narcocultura” ou financiado por organizações criminosas.</p>
<p>Além de não corresponderem com a realidade, as alegações contribuem para a estigmatização do trabalho de jornalistas e a normalização de ataques a profissionais, ferindo a liberdade de expressão e de imprensa.</p>
<p>No evento, o coronel da reserva, que atua como palestrante, sugeriu a elaboração de dossiês sobre profissionais da imprensa, bem como a utilização de mecanismos institucionais para pressionar repórteres, o que é uma apologia direta à intimidação institucional contra o exercício da atividade jornalística. Repudiamos esse tipo de prática, lembrando que o jornalismo é parte fundamental para o funcionamento dos processos democráticos.</p>
<p>Além disso, o Brasil registra altos índices de violência contra jornalistas e é preocupante que o governo do estado de Alagoas promova ações que atacam a liberdade de imprensa. Acreditamos que é papel dos governos garantir o livre exercício do jornalismo e a segurança dos profissionais da área como compromisso permanente com cidadãos, a probidade institucional e a integridade da informação.</p>
<p>Causa ainda mais preocupação o fato de a palestra ser proferida por um profissional que atua orientando forças de segurança em diversos estados, o que pode disseminar uma danosa cultura de aversão ao trabalho da imprensa. É uma postura que criminaliza a defesa de direitos humanos, além do exercício do jornalismo.</p>
<p>Manifestamos nossa solidariedade aos jornalistas e veículos de comunicação de Alagoas que foram alvo das afirmações no evento: Mídia Caeté, Extra Alagoas e G1 Alagoas.</p>
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		<item>
		<title>CDJor repudia ordem judicial contra O Antagonista</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/cdjor-repudia-ordem-judicial-contra-o-antagonista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Coalizão Defesa do Jornalismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 22:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo  manifesta sua preocupação com a recente determinação judicial de remoção de uma reportagem publicada pelo portal O Antagonista em 6 de agosto de 2025. A ordem, proferida em caráter liminar pelo 7º Juizado Especial Cível da Capital do Rio de Janeiro, impõe a retirada imediata do ar de uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo  manifesta sua preocupação com a recente determinação judicial de remoção de uma reportagem publicada pelo portal O Antagonista em 6 de agosto de 2025.</p>
<p>A ordem, proferida em caráter liminar pelo 7º Juizado Especial Cível da Capital do Rio de Janeiro, impõe a retirada imediata do ar de uma matéria que abordou aspectos de uma decisão do juiz Rubens Roberto Rebello Casara, que considerou não haver elementos para determinar a prisão preventiva de pessoa acusada de furto, destacando seu histórico criminal e informações sobre o perfil do magistrado. Vídeos publicados nas redes sociais mostrariam o mesmo acusado envolvido em outro furto após ter sido solto.</p>
<p>Na ação, Casara alega que o acusado não teria 86 passagens pela polícia e sim 14, conforme <a href="https://portaltj.tjrj.jus.br/widget/web/guest/noticias/noticia/-/visualizar-conteudo/5111210/404593274" target="_blank" rel="noopener">nota</a> publicada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, e informa não ser mais casado com a filósofa e escritora Márcia Tiburi, informação que constava na matéria d’O Antagonista.</p>
<p>Outra <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/rj/criminoso-com-86-passagens-e-preso-por-furtos-na-zona-sul-do-rio/" target="_blank" rel="noopener">notícia</a> sobre o assunto traz a informação do número de passagens pela polícia do acusado, dada em entrevista pelo delegado da 12ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro.</p>
<p>A CDJor considera que a retirada forçada de conteúdo jornalístico, sobretudo em caráter liminar, sem que o veículo tenha sido ouvido, ameaça o livre exercício do jornalismo no país. Eventuais equívocos devem ser corrigidos pela via do direito de resposta, respeitando-se os procedimentos previstos em lei para tanto, como já decidido pelo STF em diversas oportunidades.</p>
<p><strong>Coalizão em Defesa do Jornalismo, 24 de outubro de 2025.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>CDJor manifesta apoio à jornalista Juliana Dal Piva</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/cdjor-manifesta-apoio-a-jornalista-juliana-dal-piva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Coalizão Defesa do Jornalismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 23:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo manifesta seu apoio à jornalista Juliana Dal Piva e sua confiança que o Superior Tribunal de Justiça manterá a decisão tomada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo no caso envolvendo o advogado Frederick Wassef. O tribunal paulista entendeu que uma mensagem enviada por Wassef à jornalista continha um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="content">
<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo manifesta seu apoio à jornalista Juliana Dal Piva e sua confiança que o Superior Tribunal de Justiça manterá a decisão tomada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo no caso envolvendo o advogado Frederick Wassef.</p>
<p>O tribunal paulista entendeu que uma mensagem enviada por Wassef à jornalista continha um &#8220;tom intimidativo e com ameaça velada a possíveis consequências do desempenho da atividade profissional da jornalista&#8221;, assinalando, ainda, que ele interferiu em &#8220;assunto íntimo e pessoal, usando a questão relativa à sexualidade para constranger a autora.&#8221;</p>
<p>Além disso, reconheceu o direito da jornalista de tornar pública a  mensagem recebida, como uma forma de se proteger, afastando a alegação de Wassef de que a publicação teria ferido seu direito à privacidade.</p>
<p>O ministro Bellizze, ao rejeitar o Recurso Especial de Wassef, manteve integralmente este entendimento, confirmando que a divulgação de mensagens por WhatsApp para se defender de uma ameaça não é um ato ilegal.</p>
<p>Diante de um novo recurso, que deve começar a ser julgado no dia 14 de outubro de 2025, a Coalizão faz um apelo aos integrantes da 3ª Turma do STJ para que mantenham as decisões anteriores. Consolidar esse entendimento é essencial para garantir que jornalistas, especialmente mulheres que são desproporcionalmente alvo de violência, possam exercer sua profissão sem serem penalizadas por se defenderem de ameaças e intimidações.</p>
<p><strong>Coalizão em Defesa do Jornalismo, 10 de outubro de 2025.</strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>CDJor repudia ordens judiciais contra InfoAmazonia e Plural</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/cdjor-repudia-ordens-judiciais-contra-infoamazonia-e-plural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Coalizão Defesa do Jornalismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 00:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) vem a público repudiar com veemência as recentes ações judiciais que resultaram na remoção de conteúdo jornalístico produzido pela InfoAmazonia e pelo Jornal Plural. A CDJor manifesta preocupação com a instrumentalização do Judiciário para o cerceamento da liberdade de imprensa e o risco contínuo que tais medidas representam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) vem a público repudiar com veemência as recentes ações judiciais que resultaram na remoção de conteúdo jornalístico produzido pela InfoAmazonia e pelo Jornal Plural. A CDJor manifesta preocupação com a instrumentalização do Judiciário para o cerceamento da liberdade de imprensa e o risco contínuo que tais medidas representam à liberdade de expressão no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os casos, embora distintos, refletem um padrão de tentativas de silenciar a imprensa por meio de processos judiciais, buscando restringir o acesso da população a informações de grande relevância para a sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>InfoAmazonia</b><span style="font-weight: 400;"> teve uma publicação removida de sua conta no Instagram por ordem judicial da Justiça Estadual de Rondônia. O post atingido resumia os principais pontos da reportagem “</span><a href="https://infoamazonia.org/2025/06/16/secretario-ambiental-de-rondonia-intermediou-venda-de-area-em-unidade-de-conservacao-para-propria-esposa/"><span style="font-weight: 400;">Secretário ambiental de Rondônia intermediou venda de área em unidade de conservação para própria esposa</span></a><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CDJor considera particularmente grave o fato de a InfoAmazonia não ter sido citada nem intimada sobre a ação judicial, que tramita sob segredo de justiça. A organização de mídia não é parte do processo e, portanto, não teve acesso aos autos, dificultando sua defesa e questionamento da medida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Jornal Plural</b><span style="font-weight: 400;">, de Curitiba, também foi alvo de uma decisão judicial que o obrigou a retirar do ar duas reportagens sobre a URBS (Urbanização de Curitiba S.A.) e a Rede Integrada de Transporte. A liminar, concedida pela Justiça do Paraná em 1º de outubro de 2025, impôs multa diária de R$ 1 mil caso o conteúdo permanecesse no site.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ação judicial foi movida pela URBS, que alega que o </span><i><span style="font-weight: 400;">Plural</span></i><span style="font-weight: 400;"> desrespeitou a determinação de manter sob sigilo uma investigação do Ministério Público do Paraná. Além da remoção do conteúdo, a ação busca a condenação do jornal ao pagamento de indenização no valor de R$ 50 mil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em ambos os casos, a mídia estava exercendo seu </span><b>dever de manter a sociedade informada e fomentar o debate</b><span style="font-weight: 400;"> sobre questões de interesse público. O conteúdo removido e contestado envolve investigações sobre agentes e órgãos públicos (um secretário ambiental e a URBS) que, em razão de sua função, </span><b>devem sujeitar-se ao amplo escrutínio da sociedade e tolerar as críticas</b><span style="font-weight: 400;"> que lhes são dirigidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Medidas judiciais que determinam a retirada imediata de matérias do ar possuem </span><b>caráter intimidatório</b><span style="font-weight: 400;"> e representam um risco direto à </span><b>liberdade de imprensa</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo acompanhará os casos com atenção e confia que o Poder Judiciário garantirá o livre exercício da atividade jornalística e a transparência na tramitação dos processos, que é </span><b>essencial em decisões que impactam a circulação de conteúdos jornalísticos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b>Coalizão em Defesa do Jornalismo</b></p>
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			</item>
		<item>
		<title>CDJor repudia ação judicial contra O Joio e O Trigo</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/cdjor-repudia-acao-judicial-contra-o-joio-e-o-trigo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 13:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) repudia com veemência a ação judicial contra O Joio e O Trigo, organização dedicada à investigação jornalística de temas relacionados a sistemas alimentares, e se preocupa com a instrumentalização do Judiciário para o cerceamento da liberdade de imprensa. O processo se refere a uma reportagem sobre desmatamento e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/cdjor-repudia-acao-judicial-contra-o-joio-e-o-trigo/">CDJor repudia ação judicial contra O Joio e O Trigo</a> apareceu primeiro em <a href="https://emdefesadojornalismo.org.br">COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) repudia com veemência a ação judicial contra O Joio e O Trigo, organização dedicada à investigação jornalística de temas relacionados a sistemas alimentares, e se preocupa com a instrumentalização do Judiciário para o cerceamento da liberdade de imprensa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo se refere a uma reportagem sobre desmatamento e indústria da carne, publicada pelo Joio em janeiro deste ano. No dia 8 de agosto, o Tribunal de Justiça de Rondônia determinou que o veículo retirasse do ar a matéria. O juiz do caso também decidiu que o processo corra em segredo de Justiça, sem que se possa revelar os nomes dos envolvidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em oito anos de atuação, essa é a primeira vez que o Joio é alvo de uma ação movida por pessoas mencionadas em uma reportagem – na qual foi garantida a oportunidade, a quem foi citado, de apresentar sua versão dos fatos antes da publicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CDJor seguirá acompanhando o caso com atenção e confia que o Tribunal acolherá os recursos d’O Joio e o Trigo, garantindo o livre exercício do jornalismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Coalizão em Defesa do Jornalismo, 5 de setembro de 2025.</span></p>
<p>O post <a href="https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/cdjor-repudia-acao-judicial-contra-o-joio-e-o-trigo/">CDJor repudia ação judicial contra O Joio e O Trigo</a> apareceu primeiro em <a href="https://emdefesadojornalismo.org.br">COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CDJor repudia uso da Abin para monitorar jornalistas e organizações de imprensa</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/noticias/cdjor-repudia-uso-da-abin-para-monitorar-jornalistas-e-organizacoes-de-imprensa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Coalizão Defesa do Jornalismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 18:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) manifesta seu repúdio veemente ao uso da estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para realizar monitoramento de jornalistas, veículos de imprensa e organizações da sociedade civil durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. No dia 18 de junho, com a retirada do sigilo do relatório final da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://emdefesadojornalismo.org.br/noticias/cdjor-repudia-uso-da-abin-para-monitorar-jornalistas-e-organizacoes-de-imprensa/">CDJor repudia uso da Abin para monitorar jornalistas e organizações de imprensa</a> apareceu primeiro em <a href="https://emdefesadojornalismo.org.br">COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor)</strong> manifesta seu repúdio veemente ao uso da estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para realizar monitoramento de jornalistas, veículos de imprensa e organizações da sociedade civil durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. No </span><a href="https://www.congressoemfoco.com.br/noticia/109571/veja-a-integra-do-relatorio-da-pf-sobre-a-abin-paralela"><span style="font-weight: 400;">dia 18 de junho</span></a><span style="font-weight: 400;">, com a retirada do sigilo do relatório final da PF por parte do Supremo Tribunal Federal (STF), mais detalhes vieram à tona. De acordo com o relatório, entre os jornalistas monitorados estão </span><strong>Ricardo Noblat, Alice Maciel, Leandro Demori, Mônica Bergamo, Reinaldo Azevedo e Vera Magalhães</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>.</strong> Também foram citados veículos como </span><strong>Aos Fatos, Agência Lupa</strong><span style="font-weight: 400;"> e </span><strong>revista piauí</strong><span style="font-weight: 400;">. A </span><strong>Repórteres Sem Fronteiras (RSF)</strong><span style="font-weight: 400;"> — integrante da CDJor — também figura entre os monitorados.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até o momento, não há detalhes sobre o escopo do monitoramento, nem sobre os dados eventualmente coletados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CDJor considera gravíssima a instrumentalização de um órgão de inteligência do Estado para fins políticos e de intimidação à imprensa. A extensão das ações de vigilância ainda não está completamente esclarecida. É essencial que todas as informações sobre os monitoramentos venham à tona e que os autores sejam responsabilizados de forma célere, transparente e independente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão se solidariza com todos os jornalistas, comunicadores e organizações afetadas, e reforça o chamado para que casos semelhantes sejam denunciados por meio do </span><b>Observatório de Combate à Violência contra Jornalistas e Comunicadores</b><span style="font-weight: 400;">, acessível pela plataforma </span><a href="https://www.gov.br/acessoainformacao/pt-br/falabr"><b>FalaBR</b></a><span style="font-weight: 400;">. Seguiremos acompanhando o caso com atenção e reiteramos a urgência de medidas concretas que garantam o pleno exercício da liberdade de imprensa no Brasil.</span></p>
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<h6><em>Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil</em></h6>
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		<title>CDJor repudia processos contra O Pedreirense e o jornalista Joaquim Catanhêde</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/cdjor-repudia-processos-contra-o-pedreirense-e-o-jornalista-joaquim-catanhede/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 14:47:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Pedreirense, veículo que se dedica à cobertura jornalística na região do Médio Mearim (MA), e o jornalista Joaquim Cantanhêde são alvo de dois processos judiciais movidos, respectivamente, por um médico da rede pública e por Fred Maia (PDT), atualmente suplente ao cargo de deputado estadual do Maranhão e esposo de Vanessa Maia (União), prefeita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">O Pedreirense</span></i><span style="font-weight: 400;">, veículo que se dedica à cobertura jornalística na região do Médio Mearim (MA), e o jornalista Joaquim Cantanhêde são alvo de dois processos judiciais movidos, respectivamente, por um médico da rede pública e por Fred Maia (PDT), atualmente suplente ao cargo de deputado estadual do Maranhão e esposo de Vanessa Maia (União), prefeita do município de Pedreiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico questiona a publicação de </span><a href="https://www.instagram.com/reel/DJ7SCmHudx6/?igsh=c"><span style="font-weight: 400;">entrevista</span></a><span style="font-weight: 400;"> de uma cidadã de Pedreiras, na qual ela apresenta denúncias quanto ao atendimento de seu filho na rede de saúde pública. Além de pleitear R$ 10.000,00 de indenização por danos morais, o autor busca que o vídeo seja removido e que </span><i><span style="font-weight: 400;">O Pedreirense </span></i><span style="font-weight: 400;">seja impedido de realizar qualquer nova postagem com seu nome ou imagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fred Maia, por sua vez, insurge-se contra o artigo “</span><a href="https://opedreirense.com.br/o-nosso-mestre-dos-magos-da-hipocrisia/"><span style="font-weight: 400;">O nosso mestre dos magos da hipocrisia</span></a><span style="font-weight: 400;">”, de Joaquim Cantanhêde, que critica declarações do autor e relembra sua proximidade com Eduardo DP, empresário </span><a href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2025/02/11/quem-e-o-empresario-que-fez-pix-de-r-5-mil-para-secretaria-de-ministerio-do-turismo.htm"><span style="font-weight: 400;">investigado</span></a><span style="font-weight: 400;"> pela Polícia Federal. A ação busca que o jornalista deixe de publicar dados pessoais e ofensas contra ele, além de requerer a condenação de Cantanhêde ao pagamento de R$20 mil por danos morais. O caráter intimidatório do processo fica claro porque o autor da ação não aponta nenhuma incorreção no texto do jornalista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os autores das ações são pessoas que, em razão de sua função pública, devem sujeitar-se ao amplo escrutínio da sociedade e, portanto, tolerar críticas que lhe sejam dirigidas. Ao veicular denúncias e críticas, a organização de mídia e o jornalista apenas exercem seu dever de manter a sociedade informada e fomentar o debate sobre questões de interesse público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo acompanha os casos com atenção e confia que o Judiciário do Maranhão garantirá o livre exercício da atividade jornalística, julgando as ações improcedentes.</span></p>
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		<title>Coalizão repudia instrumentalização da Polícia Civil para intimidar jornalistas</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/coalizao-repudia-instrumentalizacao-da-policia-civil-para-intimidar-jornalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 18:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) manifesta sua preocupação com reiterados casos de instrumentalização da Polícia Civil de São Paulo para mover investigações com o intuito de censurar jornalistas. Na capital e em Araçatuba, delegados da polícia provocaram ou iniciaram inquéritos policiais que têm como alvo jornalistas que revelaram fatos de interesse público sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) manifesta sua preocupação com reiterados casos de instrumentalização da Polícia Civil de São Paulo para mover investigações com o intuito de censurar jornalistas. Na capital e em Araçatuba, delegados da polícia provocaram ou iniciaram inquéritos policiais que têm como alvo jornalistas que revelaram fatos de interesse público sobre suas atuações no cargo público. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No final de maio deste ano, a revista piauí </span><a href="https://piaui.folha.uol.com.br/um-delegado-contra-a-piaui/"><span style="font-weight: 400;">tornou pública</span></a><span style="font-weight: 400;"> uma investigação liderada pela Polícia Civil de Araçatuba que teve como alvos os jornalistas Roberto Alexandre dos Santos, dono do site de notícias RP10, e Allan de Abreu, repórter da própria piauí. Eles haviam colaborado na investigação, elaboração e publicação de uma reportagem sobre a relação do delegado Carlos Henrique Cotait, chefe da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Araçatuba, e um hacker que teria sido contratado para apoiar as investigações da Operação Raio X, invadindo dispositivos e contas das redes sociais dos investigados, de acordo com a reportagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicialmente, Santos foi alvo de diversas tentativas de intimidação que fizeram com que ele não assinasse a reportagem “O hacker e o delegado”, da piauí, que deu origem ao caso. E, depois, sofreu um mandado de busca e apreensão em sua residência. Com acesso aos rascunhos da reportagem, os policiais violaram seu direito constitucional ao sigilo de fonte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O inquérito segue em andamento e passou a incluir também o repórter Allan de Abreu, que recebeu uma intimação para prestar depoimento. Esse tipo de investigação é comumente utilizado para estigmatizar a atividade jornalística e tentar criminalizar os repórteres, usando estratégias que violam direitos fundamentais e visam intimidar jornalistas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O outro caso diz respeito ao jornalista Luiz Vassallo, do Metrópoles, que também é alvo de um inquérito motivado por um delegado da Polícia Civil. Vassalo publicou </span><a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/ex-chefe-do-deic-blinda-r-10-mi-em-imoveis-apos-ser-alvo-de-inquerito"><span style="font-weight: 400;">uma série</span></a><span style="font-weight: 400;"> de reportagens a respeito do delegado Fábio Pinheiro Lopes, ex-diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), e agora é investigado por este mesmo departamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia 3 de junho, o jornalista, que está em licença médica, recebeu uma intimação do Deic, sem mais explicações, para que prestasse depoimento. Ainda não estão explicadas as circunstâncias da investigação, mas a Secretaria de Segurança Pública informou que se trata de um inquérito policial por difamação provocado por denúncia do delegado Lopes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão chama atenção para esses casos que demonstram uma prática de autoridades de segurança que desrespeitam o direito constitucional da liberdade de imprensa e estão promovendo a perseguição contra jornalistas a partir de suas próprias corporações. Funcionários públicos, em razão do caráter de seus cargos, devem suportar o escrutínio público, especialmente feito por jornalistas de maneira responsável e voltados a informar a população. Por outro lado, a Secretaria de Segurança Pública deve se atentar aos casos e tomar medidas para evitar o abuso de autoridade e a instrumentalização do sistema de segurança para silenciar e intimidar o trabalho jornalístico</span></p>
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		<title>CDJor manifesta preocupação com o julgamento do STJ em ação de Gilmar Mendes contra jornalistas e revista IstoÉ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Coalizão Defesa do Jornalismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 21:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) manifesta sua profunda preocupação com o julgamento iniciado pelo STJ em ação judicial de reparação de danos movida pelo ministro Gilmar Mendes contra a revista IstoÉ e os jornalistas Tabata Viapiana e Octávio Costa. Publicada em 2017, a matéria intitulada “Negócio Suspeito” divulgou informações acerca de investigação do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) manifesta sua profunda preocupação com o julgamento iniciado pelo STJ em ação judicial de reparação de danos movida pelo ministro Gilmar Mendes contra a revista </span><i><span style="font-weight: 400;">IstoÉ</span></i><span style="font-weight: 400;"> e os jornalistas Tabata Viapiana e Octávio Costa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Publicada em 2017, a matéria intitulada “Negócio Suspeito” divulgou informações acerca de investigação do Ministério Público sobre a aquisição de uma universidade particular pelo governo do Mato Grosso. A instituição de ensino em questão foi fundada pelo ministro Gilmar Mendes e por sua irmã, que permaneceu sendo uma das proprietárias até a venda investigada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As decisões de primeira e segunda instâncias julgaram a ação improcedente, destacando a veracidade das informações publicadas e a legitimidade das críticas jornalísticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em julgamento virtual iniciado no último dia 3 de junho, o ministro relator Ricardo Villas Bôas Cueva proferiu voto para reverter as decisões anteriores e condenar os jornalistas e o veículo a pagar indenização na vultuosa quantia de R$150 mil. Em sua decisão, o relator aponta, como fundamentos da condenação, as ironias e insinuações que estariam presentes na matéria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No recente julgamento das ADIs 6792 e 7055, o STF reforçou seu entendimento de que </span><i><span style="font-weight: 400;">“a responsabilização civil de jornalistas e de órgãos de imprensa deve se dar quando devidamente comprovados o dolo ou a culpa grave (isto é, a evidente negligência) na apuração e divulgação do fato, afastando-se a possibilidade de responsabilização civil em casos de erros factuais, cometidos sem má-fé, ou de críticas ácidas a autoridades. Apenas se pode reconhecer a responsabilização civil em casos graves e excepcionais, em que se produza efetivamente um dano injusto e ilegítimo à reputação, jamais na hipótese de aborrecimento e danos reputacionais causados pela crítica ou pela divulgação de informações verdadeiras sobre assuntos de interesse público.” </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo faz um apelo aos integrantes da 3ª Turma do STJ para que sigam o já consolidado entendimento do STF de que críticas dirigidas a autoridades públicas podem ser fortes e ácidas sem que isso gere o dever de indenizar. Trata-se de importante proteção às liberdades de expressão e de imprensa, que visa resguardar não somente os direitos do veículo e dos jornalistas, mas também da sociedade, de ser informada.</span></p>
<p>O post <a href="https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/cdjor-manifesta-preocupacao-com-o-julgamento-do-stj-em-acao-de-gilmar-mendes-contra-jornalistas-e-revista-istoe/">CDJor manifesta preocupação com o julgamento do STJ em ação de Gilmar Mendes contra jornalistas e revista IstoÉ</a> apareceu primeiro em <a href="https://emdefesadojornalismo.org.br">COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</a>.</p>
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