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	<title>Arquivo de Publicações - COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</title>
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	<description>Coalizão em Defesa do Jornalismo, a CDJor, é uma articulação de 11 organizações da sociedade civil que trabalham para protege as liberdades de imprensa e expressão no Brasil.</description>
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	<title>Arquivo de Publicações - COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</title>
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		<title>CDJor repudia ordens judiciais contra InfoAmazonia e Plural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Coalizão Defesa do Jornalismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 00:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) vem a público repudiar com veemência as recentes ações judiciais que resultaram na remoção de conteúdo jornalístico produzido pela InfoAmazonia e pelo Jornal Plural. A CDJor manifesta preocupação com a instrumentalização do Judiciário para o cerceamento da liberdade de imprensa e o risco contínuo que tais medidas representam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) vem a público repudiar com veemência as recentes ações judiciais que resultaram na remoção de conteúdo jornalístico produzido pela InfoAmazonia e pelo Jornal Plural. A CDJor manifesta preocupação com a instrumentalização do Judiciário para o cerceamento da liberdade de imprensa e o risco contínuo que tais medidas representam à liberdade de expressão no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os casos, embora distintos, refletem um padrão de tentativas de silenciar a imprensa por meio de processos judiciais, buscando restringir o acesso da população a informações de grande relevância para a sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>InfoAmazonia</b><span style="font-weight: 400;"> teve uma publicação removida de sua conta no Instagram por ordem judicial da Justiça Estadual de Rondônia. O post atingido resumia os principais pontos da reportagem “</span><a href="https://infoamazonia.org/2025/06/16/secretario-ambiental-de-rondonia-intermediou-venda-de-area-em-unidade-de-conservacao-para-propria-esposa/"><span style="font-weight: 400;">Secretário ambiental de Rondônia intermediou venda de área em unidade de conservação para própria esposa</span></a><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CDJor considera particularmente grave o fato de a InfoAmazonia não ter sido citada nem intimada sobre a ação judicial, que tramita sob segredo de justiça. A organização de mídia não é parte do processo e, portanto, não teve acesso aos autos, dificultando sua defesa e questionamento da medida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Jornal Plural</b><span style="font-weight: 400;">, de Curitiba, também foi alvo de uma decisão judicial que o obrigou a retirar do ar duas reportagens sobre a URBS (Urbanização de Curitiba S.A.) e a Rede Integrada de Transporte. A liminar, concedida pela Justiça do Paraná em 1º de outubro de 2025, impôs multa diária de R$ 1 mil caso o conteúdo permanecesse no site.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ação judicial foi movida pela URBS, que alega que o </span><i><span style="font-weight: 400;">Plural</span></i><span style="font-weight: 400;"> desrespeitou a determinação de manter sob sigilo uma investigação do Ministério Público do Paraná. Além da remoção do conteúdo, a ação busca a condenação do jornal ao pagamento de indenização no valor de R$ 50 mil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em ambos os casos, a mídia estava exercendo seu </span><b>dever de manter a sociedade informada e fomentar o debate</b><span style="font-weight: 400;"> sobre questões de interesse público. O conteúdo removido e contestado envolve investigações sobre agentes e órgãos públicos (um secretário ambiental e a URBS) que, em razão de sua função, </span><b>devem sujeitar-se ao amplo escrutínio da sociedade e tolerar as críticas</b><span style="font-weight: 400;"> que lhes são dirigidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Medidas judiciais que determinam a retirada imediata de matérias do ar possuem </span><b>caráter intimidatório</b><span style="font-weight: 400;"> e representam um risco direto à </span><b>liberdade de imprensa</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo acompanhará os casos com atenção e confia que o Poder Judiciário garantirá o livre exercício da atividade jornalística e a transparência na tramitação dos processos, que é </span><b>essencial em decisões que impactam a circulação de conteúdos jornalísticos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b>Coalizão em Defesa do Jornalismo</b></p>
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		<title>Mulheres jornalistas são principais vítimas de ataques à imprensa durante eleições 2024</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/publicacoes/monitoramento-eleicoes-2024-relatorio-final/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 13:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante as eleições municipais de 2024 no Brasil, a Coalizão em Defesa do Jornalismo monitorou os desafios enfrentados pela liberdade de imprensa num período marcado por intensa polarização política e crescente hostilidade contra jornalistas e veículos de comunicação. Em parceria com o Laboratório de Internet e Ciência de Dados (Labic) da Universidade Federal do Espírito [&#8230;]</p>
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									<p>Durante as eleições municipais de 2024 no Brasil, a <strong>Coalizão em Defesa do Jornalismo</strong> monitorou os desafios enfrentados pela liberdade de imprensa num período marcado por intensa polarização política e crescente hostilidade contra jornalistas e veículos de comunicação. Em parceria com o <strong>Laboratório de Internet e Ciência de Dados (Labic)</strong> da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e o <strong>ITS Rio</strong>, a Coalizão lança o relatório final com análises detalhadas com base no monitoramento realizado entre 15 de agosto, véspera do início oficial da campanha eleitoral, e 27 de outubro, data do segundo turno.</p><p>Abrangendo tanto os ambientes digitais, com foco no X (antigo Twitter), Instagram e TikTok, quanto episódios fora das redes, <strong>as análises revelam padrões de agressões que ameaçam o exercício do jornalismo no país e o papel fundamental da mídia como vigilante do poder público.</strong></p>								</div>
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									<span class="elementor-button-text">Confira o relatório completo aqui</span>
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									<p style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;">No ambiente digital, as redes sociais se consolidaram como os principais espaços para a disseminação da violência. O X foi a plataforma com maior concentração de discursos hostis, registrando <span style="font-weight: 500;">35.876</span> ataques, o que corresponde a <span style="font-weight: 500;">17,7%</span> do total de publicações coletadas na rede. O TikTok, com <span style="font-weight: 500;">10.239</span> ataques, destacou-se como uma plataforma emergente para a difusão de agressões, enquanto o Instagram foi palco de <span style="font-weight: 500;">10.889</span> comentários com ofensas. As publicações analisadas frequentemente utilizavam expressões como <span style="font-weight: 500;">&#8220;lixo&#8221;</span>, <span style="font-weight: 500;">&#8220;militante&#8221;</span> e <span style="font-weight: 500;">&#8220;fake news&#8221;</span> para desqualificar jornalistas e veículos, reforçando uma retórica de descrédito da imprensa que permeou debates e campanhas eleitorais.</p><p style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;"><span style="font-weight: 500;">Um padrão preocupante identificado no relatório foi a dimensão de gênero e raça nos ataques.</span> Mulheres jornalistas foram mais visadas, recebendo <span style="font-weight: 500;">50,8%</span> do total de ataques, mesmo representando <span style="font-weight: 500;">45,9%</span> dos profissionais atacados. No Instagram, elas foram alvo de <span style="font-weight: 500;">68,3%</span> das agressões, enquanto no X o percentual foi de <span style="font-weight: 500;">53%</span>. Jornalistas negros também foram duramente atacados, como foi o caso de Pedro Borges, cofundador do portal Alma Preta Jornalismo, vítima de racismo nas redes sociais após a entrevista de Pablo Marçal no Roda Viva. Parte dos insultos foram direcionados ao seu cabelo black power.</p><p style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;">Fora do ambiente digital, o relatório registrou 11 casos de violência física ou verbal contra jornalistas, abrangendo ameaças (<span style="font-weight: 500;">45,4%</span>), agressões físicas (<span style="font-weight: 500;">27,3%</span>), hostilizações (<span style="font-weight: 500;">18,2%</span>), intimidações (<span style="font-weight: 500;">9,1%</span>), discursos estigmatizantes (<span style="font-weight: 500;">9,1%</span>), furtos de equipamentos (9,1%) e atentados a sedes de veículos (<span style="font-weight: 500;">9,1%</span>). Muitos desses ataques foram promovidos por agentes políticos ou estatais, expondo profissionais a riscos imediatos e criando um clima de medo que pode levar à autocensura. As capitais <span style="font-weight: 500;">São Paulo (SP)</span>, <span style="font-weight: 500;">Fortaleza (CE)</span>, <span style="font-weight: 500;">Cuiabá (MT)</span> e <span style="font-weight: 500;">Porto Alegre (RS)</span> foram os principais focos de ataques, refletindo a intensidade de suas disputas eleitorais.</p><p style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;">As recomendações do relatório refletem a necessidade urgente de ações coordenadas para enfrentar esses desafios. Propõem-se medidas que incluem, entre outros aspectos:</p><ul style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;"><li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Fortalecimento de políticas públicas para proteger jornalistas;</li><li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Responsabilização de agressores dentro e fora do ambiente online;</li><li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Revisão de práticas judiciais abusivas;</li><li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Desenvolvimento de mecanismos mais eficazes pelas plataformas digitais para conter ataques digitais.</li></ul><p style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;"><span style="font-weight: 500;">O relatório conclui que a violência contra jornalistas ou organizações jornalísticas, seja física, digital ou judicial, não é um ataque isolado, mas uma ameaça direta à democracia.</span> Garantir um ambiente seguro para o exercício do jornalismo é essencial para assegurar o direito da sociedade a informações confiáveis e plurais, fundamentais para o fortalecimento do debate público e a construção de um futuro mais justo e democrático.</p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://emdefesadojornalismo.org.br/publicacoes/monitoramento-eleicoes-2024-relatorio-final/">Mulheres jornalistas são principais vítimas de ataques à imprensa durante eleições 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://emdefesadojornalismo.org.br">COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</a>.</p>
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