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	<title>Camilla Salmazi, Autor em COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</title>
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	<description>Coalizão em Defesa do Jornalismo, a CDJor, é uma articulação de 11 organizações da sociedade civil que trabalham para protege as liberdades de imprensa e expressão no Brasil.</description>
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	<title>Camilla Salmazi, Autor em COALIZÃO - Em defesa da liberdade de imprensa no Brasil</title>
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		<title>CDJor repudia ação judicial contra O Joio e O Trigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 13:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) repudia com veemência a ação judicial contra O Joio e O Trigo, organização dedicada à investigação jornalística de temas relacionados a sistemas alimentares, e se preocupa com a instrumentalização do Judiciário para o cerceamento da liberdade de imprensa. O processo se refere a uma reportagem sobre desmatamento e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) repudia com veemência a ação judicial contra O Joio e O Trigo, organização dedicada à investigação jornalística de temas relacionados a sistemas alimentares, e se preocupa com a instrumentalização do Judiciário para o cerceamento da liberdade de imprensa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo se refere a uma reportagem sobre desmatamento e indústria da carne, publicada pelo Joio em janeiro deste ano. No dia 8 de agosto, o Tribunal de Justiça de Rondônia determinou que o veículo retirasse do ar a matéria. O juiz do caso também decidiu que o processo corra em segredo de Justiça, sem que se possa revelar os nomes dos envolvidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em oito anos de atuação, essa é a primeira vez que o Joio é alvo de uma ação movida por pessoas mencionadas em uma reportagem – na qual foi garantida a oportunidade, a quem foi citado, de apresentar sua versão dos fatos antes da publicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CDJor seguirá acompanhando o caso com atenção e confia que o Tribunal acolherá os recursos d’O Joio e o Trigo, garantindo o livre exercício do jornalismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Coalizão em Defesa do Jornalismo, 5 de setembro de 2025.</span></p>
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		<title>CDJor repudia processos contra O Pedreirense e o jornalista Joaquim Catanhêde</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/cdjor-repudia-processos-contra-o-pedreirense-e-o-jornalista-joaquim-catanhede/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 14:47:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Pedreirense, veículo que se dedica à cobertura jornalística na região do Médio Mearim (MA), e o jornalista Joaquim Cantanhêde são alvo de dois processos judiciais movidos, respectivamente, por um médico da rede pública e por Fred Maia (PDT), atualmente suplente ao cargo de deputado estadual do Maranhão e esposo de Vanessa Maia (União), prefeita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">O Pedreirense</span></i><span style="font-weight: 400;">, veículo que se dedica à cobertura jornalística na região do Médio Mearim (MA), e o jornalista Joaquim Cantanhêde são alvo de dois processos judiciais movidos, respectivamente, por um médico da rede pública e por Fred Maia (PDT), atualmente suplente ao cargo de deputado estadual do Maranhão e esposo de Vanessa Maia (União), prefeita do município de Pedreiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico questiona a publicação de </span><a href="https://www.instagram.com/reel/DJ7SCmHudx6/?igsh=c"><span style="font-weight: 400;">entrevista</span></a><span style="font-weight: 400;"> de uma cidadã de Pedreiras, na qual ela apresenta denúncias quanto ao atendimento de seu filho na rede de saúde pública. Além de pleitear R$ 10.000,00 de indenização por danos morais, o autor busca que o vídeo seja removido e que </span><i><span style="font-weight: 400;">O Pedreirense </span></i><span style="font-weight: 400;">seja impedido de realizar qualquer nova postagem com seu nome ou imagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fred Maia, por sua vez, insurge-se contra o artigo “</span><a href="https://opedreirense.com.br/o-nosso-mestre-dos-magos-da-hipocrisia/"><span style="font-weight: 400;">O nosso mestre dos magos da hipocrisia</span></a><span style="font-weight: 400;">”, de Joaquim Cantanhêde, que critica declarações do autor e relembra sua proximidade com Eduardo DP, empresário </span><a href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2025/02/11/quem-e-o-empresario-que-fez-pix-de-r-5-mil-para-secretaria-de-ministerio-do-turismo.htm"><span style="font-weight: 400;">investigado</span></a><span style="font-weight: 400;"> pela Polícia Federal. A ação busca que o jornalista deixe de publicar dados pessoais e ofensas contra ele, além de requerer a condenação de Cantanhêde ao pagamento de R$20 mil por danos morais. O caráter intimidatório do processo fica claro porque o autor da ação não aponta nenhuma incorreção no texto do jornalista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os autores das ações são pessoas que, em razão de sua função pública, devem sujeitar-se ao amplo escrutínio da sociedade e, portanto, tolerar críticas que lhe sejam dirigidas. Ao veicular denúncias e críticas, a organização de mídia e o jornalista apenas exercem seu dever de manter a sociedade informada e fomentar o debate sobre questões de interesse público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo acompanha os casos com atenção e confia que o Judiciário do Maranhão garantirá o livre exercício da atividade jornalística, julgando as ações improcedentes.</span></p>
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		<item>
		<title>Coalizão repudia instrumentalização da Polícia Civil para intimidar jornalistas</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/coalizao-repudia-instrumentalizacao-da-policia-civil-para-intimidar-jornalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 18:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) manifesta sua preocupação com reiterados casos de instrumentalização da Polícia Civil de São Paulo para mover investigações com o intuito de censurar jornalistas. Na capital e em Araçatuba, delegados da polícia provocaram ou iniciaram inquéritos policiais que têm como alvo jornalistas que revelaram fatos de interesse público sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) manifesta sua preocupação com reiterados casos de instrumentalização da Polícia Civil de São Paulo para mover investigações com o intuito de censurar jornalistas. Na capital e em Araçatuba, delegados da polícia provocaram ou iniciaram inquéritos policiais que têm como alvo jornalistas que revelaram fatos de interesse público sobre suas atuações no cargo público. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No final de maio deste ano, a revista piauí </span><a href="https://piaui.folha.uol.com.br/um-delegado-contra-a-piaui/"><span style="font-weight: 400;">tornou pública</span></a><span style="font-weight: 400;"> uma investigação liderada pela Polícia Civil de Araçatuba que teve como alvos os jornalistas Roberto Alexandre dos Santos, dono do site de notícias RP10, e Allan de Abreu, repórter da própria piauí. Eles haviam colaborado na investigação, elaboração e publicação de uma reportagem sobre a relação do delegado Carlos Henrique Cotait, chefe da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Araçatuba, e um hacker que teria sido contratado para apoiar as investigações da Operação Raio X, invadindo dispositivos e contas das redes sociais dos investigados, de acordo com a reportagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicialmente, Santos foi alvo de diversas tentativas de intimidação que fizeram com que ele não assinasse a reportagem “O hacker e o delegado”, da piauí, que deu origem ao caso. E, depois, sofreu um mandado de busca e apreensão em sua residência. Com acesso aos rascunhos da reportagem, os policiais violaram seu direito constitucional ao sigilo de fonte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O inquérito segue em andamento e passou a incluir também o repórter Allan de Abreu, que recebeu uma intimação para prestar depoimento. Esse tipo de investigação é comumente utilizado para estigmatizar a atividade jornalística e tentar criminalizar os repórteres, usando estratégias que violam direitos fundamentais e visam intimidar jornalistas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O outro caso diz respeito ao jornalista Luiz Vassallo, do Metrópoles, que também é alvo de um inquérito motivado por um delegado da Polícia Civil. Vassalo publicou </span><a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/ex-chefe-do-deic-blinda-r-10-mi-em-imoveis-apos-ser-alvo-de-inquerito"><span style="font-weight: 400;">uma série</span></a><span style="font-weight: 400;"> de reportagens a respeito do delegado Fábio Pinheiro Lopes, ex-diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), e agora é investigado por este mesmo departamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia 3 de junho, o jornalista, que está em licença médica, recebeu uma intimação do Deic, sem mais explicações, para que prestasse depoimento. Ainda não estão explicadas as circunstâncias da investigação, mas a Secretaria de Segurança Pública informou que se trata de um inquérito policial por difamação provocado por denúncia do delegado Lopes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão chama atenção para esses casos que demonstram uma prática de autoridades de segurança que desrespeitam o direito constitucional da liberdade de imprensa e estão promovendo a perseguição contra jornalistas a partir de suas próprias corporações. Funcionários públicos, em razão do caráter de seus cargos, devem suportar o escrutínio público, especialmente feito por jornalistas de maneira responsável e voltados a informar a população. Por outro lado, a Secretaria de Segurança Pública deve se atentar aos casos e tomar medidas para evitar o abuso de autoridade e a instrumentalização do sistema de segurança para silenciar e intimidar o trabalho jornalístico</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Coalizão em Defesa do Jornalismo condena ameaças virtuais contra repórter do Intercept</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/coalizao-em-defesa-do-jornalismo-condena-ameacas-virtuais-contra-reporter-do-intercept/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 20:04:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após reportagem sobre os golpistas do 8 de janeiro, Paulo Montoryn recebe enxurrada de ataques nas redes sociais A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) expressa seu repúdio à onda de ataques virtuais recebidos pelo repórter Paulo Motoryn, do Intercept Brasil, em retaliação a uma reportagem sobre um golpista condenado pelos atos antidemocráticos de 8 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Após reportagem sobre os golpistas do 8 de janeiro, Paulo Montoryn recebe enxurrada de ataques nas redes sociais</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) expressa seu repúdio à onda de ataques virtuais recebidos pelo repórter Paulo Motoryn, do Intercept Brasil, em retaliação a uma reportagem sobre um golpista condenado pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. As mensagens difundidas pela rede social X começaram na sexta-feira, 14 de março, e contabilizam dezenas de ameaças de violência física e de morte, além de exposição de dados pessoais e ataques à família do repórter. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na reportagem, Montoryn relata a história de Josiel Gomes de Macedo que, mesmo condenado a 16 anos de prisão no Brasil, vive livremente em Buenos Aires, capital  argentina, trabalhando como vendedor de pacotes turísticos. A publicação repercutiu nas redes sociais, e o jornalista passou a ser alvo de ataques em massa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria dos agressores são usuários desconhecidos, mas a proporção das ofensas e ameaças se intensificou quando o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e outras figuras públicas republicaram e comentaram a respeito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A hostilidade contra jornalistas nas redes sociais é uma forma grave de tentar cercear seu trabalho, sobretudo quando revelam fatos de interesse público. É preocupante que esses ataques sejam amplificados por agentes públicos e personalidades influentes e que encontrem eco nas redes sociais para a disseminação do ódio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CDJor insta as autoridades públicas a identificar os agressores e tomar as providências legais cabíveis, além de se solidarizar com o jornalista Paulo Motoryn, sua família e a equipe do Intercept Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância para o jornalismo da Ação Civil Pública do MPF contra a Igreja Universal do Reino de Deus</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/sem-categoria/a-importancia-para-o-jornalismo-da-acao-civil-publica-do-mpf-contra-a-igreja-universal-do-reino-de-deus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 14:47:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os episódios de assédio judicial mais devastadores ocorridos no Brasil foram perpetrados por pastores/fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus &#8211; IURD. Apesar das negativas da instituição religiosa de que tenha articulado esses ataques, é difícil crer que mais de uma centena de ações com petições iniciais praticamente idênticas, ajuizadas para questionar um mesmo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os episódios de assédio judicial mais devastadores ocorridos no Brasil foram perpetrados por pastores/fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus &#8211; IURD. Apesar das negativas da instituição religiosa de que tenha articulado esses ataques, é difícil crer que mais de uma centena de ações com petições iniciais praticamente idênticas, ajuizadas para questionar um mesmo conteúdo, em curto espaço de tempo, espalhadas por juizados especiais em todo o país, sejam fruto de espontânea e individual reação de seus seguidores. Mais difícil ainda é acreditar que não há qualquer tipo de coordenação a seus responsáveis, quando a situação se repete, como aconteceu nos casos da repórter </span><a href="https://cultura.uol.com.br/noticias/14935_foi-tao-impactante-que-acabou-precipitando-minha-aposentadoria-diz-elvira-lobato-jornalista-vitima-de-assedio-judicial.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Elvira Lobato e do jornal </span><i><span style="font-weight: 400;">Folha de S. Paulo</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, em 2008, e do escritor </span><a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2022/12/jp-cuenca-ja-responde-a-144-acoes-movidas-por-pastores-da-universal-e-mpf-convoca-audiencia.shtml" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">João Paulo Cuenca</span></a><span style="font-weight: 400;">, em 2020.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tal impunidade pode finalmente ser enfrentada, por iniciativa do Ministério Público Federal (MPF). A </span><a href="https://www.mpf.mp.br/rj/sala-de-imprensa/noticias-rj/mpf-processa-igreja-universal-por-assedio-judicial-e-danos-ao-sistema-de-justica-e-a-liberdade-de-imprensa-1#:~:text=%E2%80%9CEm%202007%2C%20a%20jornalista%20Elvira,judiciais%E2%80%9D%2C%20lembram%20os%20procuradores." target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">ação civil pública (ACP)</span></a><span style="font-weight: 400;"> movida agora por procuradores federais do Rio de Janeiro contra a Igreja Universal do Reino de Deus traça um paralelo entre os casos de Elvira e Cuenca, reunindo evidências de que não há geração espontânea de processos judiciais contra jornalistas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao buscar a responsabilização da IURD pelo assédio judicial perpetrado contra Cuenca, o MPF dá um passo importante para a reparação dos danos que atingem a sociedade brasileira como um todo. Não foi apenas Cuenca (ou mesmo Elvira) o afetado por esses processos abusivos. Não há jornalista no país que não tenha ao menos refletido se deveria escrever uma matéria ou seguir numa apuração envolvendo a IURD depois das centenas de processos abertos pelo país contra ambos. A  autocensura, quando se trata do dever de informar que jornalistas têm, é perversa, porque jamais será possível mensurar quantas informações de interesse público deixaram de ser reveladas ou quantas opiniões críticas foram silenciadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse modus operandi inspirou também ações contra o economista e comentarista da TV Cultura </span><a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/rogeriogentile/2020/08/colecionadores-de-armas-perseguem-comentarista-de-tv-com-avalanche-de-processos.shtml" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ricardo Sennes</span></a><span style="font-weight: 400;">, em 2020. Os agentes eram outros, mas não há como negar que “a moda pegou”. E a moda não pode pegar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da resposta dada pelo Supremo Tribunal Federal com o julgamento das ADIs 6792 e 7055 &#8211; que em 2024 reconheceu a existência do assédio judicial, estabeleceu medidas para mitigar os seus efeitos e definiu importantes critérios para a responsabilização da imprensa -, é necessário responsabilizar os autores desse tipo de violência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo saúda, assim, a iniciativa do Ministério Público Federal, que, ao buscar a reparação pelos danos causados às liberdades de expressão e de imprensa, e também pelos prejuízos impostos ao judiciário, protege jornalistas e veículos de comunicação contra novos intentos similares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num momento em que o sistema de justiça une forças para combater a litigância predatória, espera-se que o Poder Judiciário dê uma resposta exemplar e acolha integralmente o pleito do MPF.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Coalizão em Defesa do Jornalismo exige explicações sobre pedido de quebra de sigilo de fonte feito ao Intercept Brasil pela polícia de SC</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/coalizao-em-defesa-do-jornalismo-exige-explicacoes-sobre-pedido-de-quebra-de-sigilo-de-fonte-feito-ao-intercept-brasil-pela-policia-de-sc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 18:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) manifesta seu repúdio ao pedido da Polícia Civil de Santa Catarina para que o veículo Intercept Brasil revele as fontes utilizadas em uma reportagem publicada em 2020 sobre o caso Mari Ferrer, influenciadora digital que sofreu humilhações durante o julgamento do caso de violência sexual sofrido por ela. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) manifesta seu repúdio ao pedido da Polícia Civil de Santa Catarina para que o veículo Intercept Brasil revele as fontes utilizadas em uma reportagem publicada em 2020 sobre o caso Mari Ferrer, influenciadora digital que sofreu humilhações durante o julgamento do caso de violência sexual sofrido por ela. Esse pedido contraria a Constituição Federal, que assegura aos jornalistas o sigilo de suas fontes como um direito fundamental para o exercício da atividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A solicitação, apresentada de forma oficial e burocrática, surpreende pela aparente naturalidade com que desconsidera que o sigilo de fonte é amplamente protegido pela legislação brasileira e não cede a conveniências investigatórias. Trata-se de um alicerce essencial para a liberdade de imprensa e para que jornalistas possam investigar e denunciar abusos sem temor de represálias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O caso é particularmente grave por atingir uma reportagem de grande repercussão nacional, que revelou abusos no julgamento de Mari Ferrer e resultou em avanços legislativos importantes, com a aprovação de uma lei que protege vítimas de crimes sexuais em audiências judiciais. A inegável relevância pública da matéria não tem sido suficiente para impedir abusos: o pedido de revelação das fontes soma-se ao gravíssimo cenário enfrentado pela jornalista Schirlei Alves, autora da reportagem, condenada a um ano de prisão em regime aberto e ao pagamento de uma indenização de R$ 400 mil, além de responder, junto com o veículo, a mais três ações cíveis em andamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em abril de 2024, diferentes Relatorias Especiais da Organização das Nações Unidas (ONU) se mostraram preocupadas com a condenação criminal da jornalista Schirlei Alves em </span><a href="https://spcommreports.ohchr.org/TMResultsBase/DownLoadPublicCommunicationFile?gId=28690" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">carta enviada ao governo brasileiro</span></a><span style="font-weight: 400;"> e pediram explicações sobre o caso e as medidas adotadas pelo Estado para proteger jornalistas brasileiros que reportam sobre estupro e outros crimes sexuais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão em Defesa do Jornalismo exige explicações imediatas das autoridades e reafirma que o sigilo de fonte é uma garantia constitucional inegociável, fundamental para a liberdade de imprensa, o direito da sociedade de ser informada e o fortalecimento da democracia.</span></p>
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		<title>Coalizão em Defesa do Jornalismo repudia o assédio judicial contra o comunicador Jailton Andrade</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/notas-e-posicionamentos/coalizao-em-defesa-do-jornalismo-repudia-o-assedio-judicial-contra-o-comunicador-jailton-andrade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 12:41:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O comunicador Jailton Andrade figura como réu em ao menos 13 processos judiciais, cíveis e criminais, movidos por por Carlos Seabra Suarez, Isabela Silva Suarez, Georges Louis Hage Humbert, Marcia Cristina Telles de Araújo Lima e Instituto Brasileiro de Direito e Sustentabilidade, em virtude de suas manifestações, críticas e denúncias sobre questões relacionadas à grilagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O comunicador Jailton Andrade figura como réu em ao menos 13 processos judiciais, cíveis e criminais, movidos por por Carlos Seabra Suarez, Isabela Silva Suarez, Georges Louis Hage Humbert, Marcia Cristina Telles de Araújo Lima e Instituto Brasileiro de Direito e Sustentabilidade, em virtude de suas manifestações, críticas e denúncias sobre questões relacionadas à grilagem de terra em Boipeba (uma ilha no Estado da Bahia) e à forma de ocupação do solo nesse contexto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ajuizamento de diversas ações judiciais contra o comunicador tem o claro intuito de inibir as suas manifestações sobre temas de inegável interesse público. Ao fim e ao cabo, representa uma forma velada e cruel de silenciamento, que impacta negativamente não só o jornalista, mas toda a sociedade, que tem violado o seu direito de acesso à informação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por essas razões, a Coalizão em Defesa do Jornalismo se solidariza com o comunicador Jailton Andrade e repudia o assédio judicial enfrentado por ele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">19 de dezembro de 2024</span></p>
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		<title>Mulheres jornalistas são principais vítimas de ataques à imprensa durante eleições 2024</title>
		<link>https://emdefesadojornalismo.org.br/publicacoes/monitoramento-eleicoes-2024-relatorio-final/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Salmazi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 13:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante as eleições municipais de 2024 no Brasil, a Coalizão em Defesa do Jornalismo monitorou os desafios enfrentados pela liberdade de imprensa num período marcado por intensa polarização política e crescente hostilidade contra jornalistas e veículos de comunicação. Em parceria com o Laboratório de Internet e Ciência de Dados (Labic) da Universidade Federal do Espírito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="557" class="elementor elementor-557">
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									<p>Durante as eleições municipais de 2024 no Brasil, a <strong>Coalizão em Defesa do Jornalismo</strong> monitorou os desafios enfrentados pela liberdade de imprensa num período marcado por intensa polarização política e crescente hostilidade contra jornalistas e veículos de comunicação. Em parceria com o <strong>Laboratório de Internet e Ciência de Dados (Labic)</strong> da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e o <strong>ITS Rio</strong>, a Coalizão lança o relatório final com análises detalhadas com base no monitoramento realizado entre 15 de agosto, véspera do início oficial da campanha eleitoral, e 27 de outubro, data do segundo turno.</p><p>Abrangendo tanto os ambientes digitais, com foco no X (antigo Twitter), Instagram e TikTok, quanto episódios fora das redes, <strong>as análises revelam padrões de agressões que ameaçam o exercício do jornalismo no país e o papel fundamental da mídia como vigilante do poder público.</strong></p>								</div>
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									<span class="elementor-button-text">Confira o relatório completo aqui</span>
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									<p style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;">No ambiente digital, as redes sociais se consolidaram como os principais espaços para a disseminação da violência. O X foi a plataforma com maior concentração de discursos hostis, registrando <span style="font-weight: 500;">35.876</span> ataques, o que corresponde a <span style="font-weight: 500;">17,7%</span> do total de publicações coletadas na rede. O TikTok, com <span style="font-weight: 500;">10.239</span> ataques, destacou-se como uma plataforma emergente para a difusão de agressões, enquanto o Instagram foi palco de <span style="font-weight: 500;">10.889</span> comentários com ofensas. As publicações analisadas frequentemente utilizavam expressões como <span style="font-weight: 500;">&#8220;lixo&#8221;</span>, <span style="font-weight: 500;">&#8220;militante&#8221;</span> e <span style="font-weight: 500;">&#8220;fake news&#8221;</span> para desqualificar jornalistas e veículos, reforçando uma retórica de descrédito da imprensa que permeou debates e campanhas eleitorais.</p><p style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;"><span style="font-weight: 500;">Um padrão preocupante identificado no relatório foi a dimensão de gênero e raça nos ataques.</span> Mulheres jornalistas foram mais visadas, recebendo <span style="font-weight: 500;">50,8%</span> do total de ataques, mesmo representando <span style="font-weight: 500;">45,9%</span> dos profissionais atacados. No Instagram, elas foram alvo de <span style="font-weight: 500;">68,3%</span> das agressões, enquanto no X o percentual foi de <span style="font-weight: 500;">53%</span>. Jornalistas negros também foram duramente atacados, como foi o caso de Pedro Borges, cofundador do portal Alma Preta Jornalismo, vítima de racismo nas redes sociais após a entrevista de Pablo Marçal no Roda Viva. Parte dos insultos foram direcionados ao seu cabelo black power.</p><p style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;">Fora do ambiente digital, o relatório registrou 11 casos de violência física ou verbal contra jornalistas, abrangendo ameaças (<span style="font-weight: 500;">45,4%</span>), agressões físicas (<span style="font-weight: 500;">27,3%</span>), hostilizações (<span style="font-weight: 500;">18,2%</span>), intimidações (<span style="font-weight: 500;">9,1%</span>), discursos estigmatizantes (<span style="font-weight: 500;">9,1%</span>), furtos de equipamentos (9,1%) e atentados a sedes de veículos (<span style="font-weight: 500;">9,1%</span>). Muitos desses ataques foram promovidos por agentes políticos ou estatais, expondo profissionais a riscos imediatos e criando um clima de medo que pode levar à autocensura. As capitais <span style="font-weight: 500;">São Paulo (SP)</span>, <span style="font-weight: 500;">Fortaleza (CE)</span>, <span style="font-weight: 500;">Cuiabá (MT)</span> e <span style="font-weight: 500;">Porto Alegre (RS)</span> foram os principais focos de ataques, refletindo a intensidade de suas disputas eleitorais.</p><p style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;">As recomendações do relatório refletem a necessidade urgente de ações coordenadas para enfrentar esses desafios. Propõem-se medidas que incluem, entre outros aspectos:</p><ul style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;"><li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Fortalecimento de políticas públicas para proteger jornalistas;</li><li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Responsabilização de agressores dentro e fora do ambiente online;</li><li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Revisão de práticas judiciais abusivas;</li><li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Desenvolvimento de mecanismos mais eficazes pelas plataformas digitais para conter ataques digitais.</li></ul><p style="font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 16px; font-family: Roboto, sans-serif;"><span style="font-weight: 500;">O relatório conclui que a violência contra jornalistas ou organizações jornalísticas, seja física, digital ou judicial, não é um ataque isolado, mas uma ameaça direta à democracia.</span> Garantir um ambiente seguro para o exercício do jornalismo é essencial para assegurar o direito da sociedade a informações confiáveis e plurais, fundamentais para o fortalecimento do debate público e a construção de um futuro mais justo e democrático.</p>								</div>
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