A COALIZÃO
QUEM SOMOS
NA MÍDIA
O QUE FAZEMOS
ATUAÇÃO
NOTAS E POSICIONAMENTOS
PUBLICAÇÕES
MONITORAMENTO
NOTÍCIAS
Instagram - Coalizão em defesa do jornalismo
X - Coalizão em defesa do jornalismo
Linkedin - Coalizão em defesa do jornalismo
Youtube - Coalizão em defesa do jornalismo
4.09.2026
Notas e posicionamentos

CDJor repudia ataques à jornalista Natalia Viana, da Agência Pública

Compartilhar no Whatsapp
Compartilhar no Facebook
Compartilhar no Twitter
Compartilhar no Linkedin
CDJor repudia ataques à jornalista Natalia Viana, da Agência Pública

A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) repudia os ataques nas redes sociais dirigidos nos últimos dias à jornalista Natalia Viana, cofundadora e diretora executiva da Agência Pública, veículo também atacado. As ofensas começaram em 20 de agosto, depois que a jornalista, durante uma apuração, procurou esclarecimentos do influenciador Paulo Figueiredo, que passou a ofender e expor a jornalista nas redes, incitando a reprodução dos ataques entre os seguidores.

Trata-se de prática recorrente do influenciador, que se vale do alcance de suas redes sociais especialmente para ampliar os ataques contra jornalistas mulheres. Além dele, outras figuras públicas participaram da campanha difamatória, como o ex-deputado Eduardo Bolsonaro que compartilhou os ataques praticados. 

As agressões, com caráter misógino, não visam criticar o trabalho jornalístico, o que seria legítimo, mas visam tão somente descredibilizar o trabalho de uma mulher por seu gênero. Isso tem efeito nefasto porque inibe o trabalho não só da profissional atacada naquele momento, mas também o de todas as outras jornalistas mulheres. Ao incitar ataques desse tipo, inviabiliza-se o próprio debate sobre temas de interesse público e impede-se a livre atuação das jornalistas.

O contexto eleitoral torna os ataques ainda mais graves, porque é neste  momento que a importância do jornalismo realizado com ética e compromisso com o interesse público se evidencia ainda mais e é por isso que defender a liberdade de imprensa e as condições para o pleno exercício da atividade jornalística se faz ainda mais urgente. 

A CDJor manifesta solidariedade à jornalista Natalia Viana e à Agência Pública reconhecendo a importância do trabalho realizado para o jornalismo brasileiro, e solicita às autoridades competentes a responsabilização do influenciador pelos ataques realizados.

VeJA TAMBéM
CDJor repudia decisões da Justiça Eleitoral de Alagoas que determinaram a remoção de reportagem da Mídia Caeté
CDJor repudia decisões da Justiça Eleitoral de Alagoas que determinaram a remoção de reportagem da Mídia Caeté
A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) manifesta profunda preocupação com as decisões proferidas no âmbito da Representação nº 0600488-32.2026.6.02.0000, do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL), que determinaram a remoção de matéria intitulada “Mensagens vazadas apontam oferta de dinheiro a alunos para evento político com deputado Rafael Brito (MDB)” e de postagem correlata na página da Mídia Caeté no Instagram.
SAIBA MAIS
Sigilo da fonte é garantia constitucional para proteger  direito da sociedade à informação
Sigilo da fonte é garantia constitucional para proteger direito da sociedade à informação
CDJor pede que plenário do STF restabeleça a necessária proteção ao instituto, em nome de condições seguras para o trabalho da imprensa
SAIBA MAIS
Combate a ataques coordenados contra mulheres jornalistas é urgente para a democracia
Combate a ataques coordenados contra mulheres jornalistas é urgente para a democracia
A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor), que reúne onze organizações que atuam pela proteção de jornalistas e em apoio ao direito da sociedade ser informada de maneira plural e independente, vem reconhecer a importância do decreto presidencial 12.976/2026, editado pelo governo federal no último dia 21 de maio, visando a garantia de direitos das mulheres no ambiente digital.
SAIBA MAIS
CDJor repudia censura judicial contra a Agência Aos Fatos
CDJor repudia censura judicial contra a Agência Aos Fatos
A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) repudia a decisão judicial que determinou a remoção da reportagem “Corrida dos data centers no Brasil ignora impacto ambiental e tem até uso de identidades falsas”, publicada pela Agência Aos Fatos, bem como proibiu sua republicação enquanto tramita a ação judicial movida pela empresa RT-One Corporation. Embora a decisão liminar que determinou a remoção da matéria tenha sido posteriormente suspensa pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), o processo segue em tramitação na primeira instância, o que é preocupante para a liberdade de imprensa e o exercício do jornalismo investigativo.
SAIBA MAIS
VEJA MAIS